Dissolvendo conflitos

Como se conectar com o diferente? Como ressoar amor em qualquer condição de diferença?

Essa tem sido uma reflexão e uma busca pessoal.

O amor e conexão que me refiro aqui é um sentimento desprovido de qualquer carência, de qualquer insegurança, de qualquer trauma ou ressentimento, amor puro mesmo, amor incondicional, uma conexão que as palavras não conseguem alcançar, mas que aquece o peito, numa sensação de pertencimento e unidade.


Se é difícil nos conectar e amar desta forma até os mais próximos, aqueles que temos poucas diferenças, como familiares, amigos ou pessoas que convivemos no dia a dia... Imagina se conectar assim com aquele que é muito diferente? Com outras nacionalidades, outras etnias, outras religiões, outra cultura...


A questão é justamente a sensação de separação que trazemos de pano de fundo no nosso inconsciente coletivo, a sensação de que somos todos diferentes e separados, que precisamos defender nosso território, que estamos desconectados da criação e de tudo que é.


Como exigir que haja paz no oriente médio, se a gente não se conecta com uma amiga que tem uma crença religiosa diferente? Como exigir que haja paz no mundo se a gente não perdoa o pai ou a mãe por traumas que já poderiam ficar para trás? Como exigir políticos honestos se também nos aproveitamos de situações em que podemos ter vantagens? Como exigir um planeta saudável para a continuidade da nossa vida se não olhamos para nosso corpo com a mesma intenção?


Clichezão, mas pura verdade, o externo é um reflexo do interno.



E essa sensação de separação começa com a gente mesmo. Quando nascemos aqui, nesta dimensão, sentimos uma separação da fonte de consciência da qual somos parte, caímos aqui de paraquedas e somos revestidos por um corpo físico e estruturas mentais que nos confundem bastante. As crenças familiares e culturais trazem uma porção de conceitos que nos afastam ainda mais de quem realmente somos. Perdemos a espontaneidade para nos encaixar na normalidade. E isso é um conflito e tanto.


Temos que começar a mudança de dentro para fora. Cada pequeno conflito que resolvemos, ampliamos a possibilidade de grandes conflitos se resolverem. Tudo é uma grande trama de energia e informação, cada um de nós está abastecendo esse campo com mais conflitos ou dissolvendo esses conflitos.


Temos muitas formas de começar essa viagem de volta para nossa essência e ser um canal de amor incondicional...


Hoje vou indicar um movimento que estou participando, a Deeksha (benção em sânscrito) é um fenômeno energético, uma frequência de energia que foi manifestada por um casal Indiano e seu filho. Resumindo, eles tinham visões de uma orbe dourada desde sempre, até que o filho deles ainda criança começou a transmitir essa energia com as mãos no topo da cabeça dos amiguinhos na escola....30 anos se passaram e o fenômeno cresceu muito, criaram escolas de autoconhecimento e expansão da consciência, uma universidade, e atualmente uma instituição chamada O&O Academy, cujos cursos já alcançaram milhares de pessoas ao redor do mundo, incluindo muitas lideranças e influenciadores.


O objetivo é nos lembrarmos de quem realmente somos: pura consciência. Expandindo a nossa percepção sobre isso e a sensação de unidade, para que os conflitos se dissolvam e possamos construir uma sociedade baseada em indivíduos que se encontram num estado interior de paz.


Recomendo buscar uma roda de Deeksha na sua cidade e sentir como essa energia age em você. Também vou deixar aqui um link de uma meditação muito especial chamada Soul Sync, experimenta e me conta o que achou. :)


Esse movimento está só começando, vamos participar dissolvendo nossos conflitos internos e estaremos colaborando com a mudança global de consciência.


Somos um! Só precisamos nos lembrar disso, e já estamos construindo o caminho para esta lembrança.

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