Menos fazer, mais ser!

Estou num movimento interno de redução de cobranças, de identificar o que são as minhas metas pessoais, o que de fato me traz felicidade e o que são expectativas do campo sociocultural que estamos inseridos. É tão fácil se perder nesse limite sutil...


Se empoderar é um esforço da vida toda, mas simplifica muito a vida. Se esforçar para simplificar? Pois é! Deixar a vida no automático é muito mais fácil, não precisamos fazer nada, só seguir o fluxo do modelo já imposto. Mas o atual modelo não está satisfazendo ninguém; e temos a incrível habilidade de ficar confortável no desconforto, só porque é mais seguro, só porque dá trabalho mudar.


Então sim, temos que começar um movimento de transformação para poder tornar tudo mais simples. E o mais inspirador é que esse movimento já começou, em escala global, e tá ganhando força, tá crescendo tanto de forma que o modelo atual já nem é mais tão atual assim...


A revolução tecnológica nos desafia, ainda estamos começando uma adaptação a esta nova facilidade de informação. E um dos aspectos positivos é termos mais acesso às novas formas de ser, expandindo as possibilidades frente ao que tínhamos antes.


Nesse contexto indico muito o doc Minimalism na Netflix. Uns caras que levaram ao pé da letra essa nova possibilidade de ser e estão juntando forças nesse movimento global para ressignificar nossa existência. Não acho que sou uma minimalista, mas tento trazer para a consciência qualquer ato de consumo...e o poder da escolha é libertador!


Com este foco comecei a perceber um inimigo íntimo: a pressa para aprender. O consumo excessivo de livros, podcasts e cursos sem um intervalo de assimilação, para assentar tudo que estou absorvendo, para deixar aflorar em mim mesma o que aprendi. Pode parecer estranho, mas também é uma forma de complicar, de entrar na engrenagem do fazer, e não favorecer o ser.


Cada um tem seus inimigos íntimos e pontos fracos, mas com vontade e tolerância podemos encará-los e transformá-los. Como disse antes, exige um esforço. Pra mim foi um esforço muito grande me desmatricular do francês, bem como não comprar nenhum livro enquanto não acabar os que estão na fila. Mas está sendo muito transformador e gratificante perceber que quando abrimos espaço permitimos que o fluxo da vida se mova.


Quando ouvi essa frase, ela se encaixou perfeitamente com tudo que eu pensava: menos fazer, mais ser. E o mais legal é que a ouvi num curso de consciência do corpo e voz. Ela se referia à integração do aspecto físico, aos movimentos do corpo que são tão programados e não deixam nosso ser se expressar. Isso porque nossos padrões mentais se refletem no corpo diretamente. Podemos estimular essa via nas duas direções, do corpo pra mente e da mente pro corpo. Isso é desenvolvimento integral!


Então, bóra participar dessa tendência da nova era? Simplificar a vida através da expansão da consciência sobre a sua própria vida! Quando tomamos as rédeas da nossa vida podemos deixar para trás o que só preenche o tempo, mas não tem significado de verdade.

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